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Pergunta de bacalhau

Qual é o melhor sítio para a seca do bacalhau?
As bordas duma piscina.

Freiras nuas

Não chegam a tanto. Mas já estão todas animadas e aos gritinhos

Um maluco dum padre decidiu lançar um concurso da freira mais bela. A mais boazona. A mais apetecível. A maçã do Senhor. A tentação da carne.

O padre é esperto.

De uma penada arranjou um belo estratagema para verificar de entre as freiras e noviças de 18 a 40 anos, qual é a mais bela. Reparem que não é a freira dos 18 aos 70… Quem tem mais de 40 está fora do prazo de validade. E menos de 18… hum… hum… Pedofilia?

Caramba um padre não pode confessar os seus pecados todos duma vez só.

O concurso chama-se “Sister Italia 2008” e o maladreco do padre António Rungi.

Eu ainda não sei, mas imagino que para eleger a Irmã da Caridade mais jeitosa e apetitosa, sempre pode haver um desfile em fato de banho, em traje de gala e hábito de trabalho.

Se fosse eu, incluia igualmente uma prova de degustação.

E a seguir? Vem aí a Miss Freira t-shirt molhada?

O frade gay do ano?

Um filme erótico com a chancela – digo bem, a chancela – do Vaticano?

Com o Papa Bento XVI a dizer “Eu aprovo este filme e já aprovei a Irmã eleita”?

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Tomar banho sem água

Os portugueses estão a mudar os seus hábitos de vida.

Se até há poucos anos, praticamente só tomavam um banho semanal, agora preparam-se para mais uma revolução nos seus hábitos de higiene.

Aproveitando a prevista subida do preço da água e quiçá a ultrapassagem pela direita do preço do petróleo, os portugueses vão mudar.

Vão mudar de líquido. Desistem da água e vão passar a banhar-se em cerveja. Os mais radicais podem experimentar o vinho tinto, os snobs usam vinho branco e os ricos champanhe ou espumante da Bairrada com rótulo escrito em francês.

O uso de cerveja ou de vinho para tomar banho tem outra vantagem adicional: o líquido pode ser reciclado e bebido na próxima refeição.

Isto desde que – e isto é muito importante – ninguém faça chichi na banheira. Como os portugueses fazem habitualmente nas piscinas públicas.

 

Humor de Deus

Esta semana fui contratado para falar num convento de freiras.

Na realidade freiras, frades e escuteiros.

Tudo correu bem.

Bem.

Mais ao menos.

Na sessão eu descobri finalmente porque é que a Igreja acolhe os escuteiros e os escuteiros parecem estúpídos como portas.

É a forma dos frades e das freiras se puderem divertir sem que ninguém desconfie. Afinal estão lá os escuteiros… Ceguinhos.

A única coisa que não correu bem foi que a cada piada, as freiras diziam “Valha-nos Deus” e os frades soltavam traques. Os escuteiros ficavam amarelos.

Logo, os traques dos frades são tóxicos e as freiras ou tem pouco sentido de humor ou o nariz entupido.

As melhores profissões

um estudo da TVI diz que os portugueses confiam mais nos bombeiros, nos carteiros e nos professores.
Todos são rápidos: os bombeiros a atacar o fogo, os carteiros a entregar cartas e os professores a desviarem-se dos murros dos alunos

Pergunta do dia

Porque é que os homens gostam de sexo anal?
Porque o rabo é dela.

O meu pé olimpicamente grande

Ir aos Jogos Olímpicos é como ser convidado para o casamento duma prima fina. Os convidados compram roupa nova, uns sapatos novos e tomam banho.

Depois vão todos pinpões para o casório.

Isto aplica-se aos convidados. Para os noivos a fasquia sobe. E para a noiva está mais alta do que o céu. Está para aí a 5 metros, como se fosse um exercício de salto à vara e aos olhos de toda a gente.

Nestes jogos Olímpicos. nós tinhamos duas noivas. Uma do povo: forte, bruta e de fibra – a Vanessa Fernandes – e outra fina e doce, a Naide Gomes.

A Vanessa Fernandes ganhou a Medalha de Prata. E ainda resmungou com os seus novos fãs chineses. A Naíde Gomes saltou menos do que um gafanhoto sem uma perna.

Porquê? Porque fez dois saltos nulos. Pisou o risco limite.

Naide Gomes devia ter cortado as unhas dos pés.

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Pensamento do dia

As casas limpam-se a pano.

E os sexos, a língua?

Chefe, chegaram as férias, tchau!

Qual é a vantagem das férias?

“DESCANSAR ESTÚPIDO”, gritais em conjunto.

Pois eu não acho. Tenho uma teoria que quero partilhar convosco. A malta precisa de férias não para descansar mas para sobreviver. Para sobreviver ao chefe.

Pois claro.

Só nas férias é que percebemos o pequeno poder terrorista que o torcionário do chefe exerce sobre qualquer um de nós, da plebe, do povo.

Assim quando chegam as férias, há um peso que desaparece. Há um telemóvel que não se atende. Há a impossibilidade de comunicação.

Por outro lado perde-se o divertido que é imaginar planos para derrubar o chefe. Para o corromper, maçar, aborrecer, irritar, neutralizar.

Acho que vou mandar umas mensagens para os escravos que estão a trabalhar dando-lhes um par de ideias para enfurecer o chefe.

É o chamado terrorismo de controlo remoto.

O brasileiro escapou à bala. E ao hospital?

O brasileiro Wellinton pediu para mudar o médico que o assistia.

Wellinton era o brasileiro sortudo que participou no assalto ao BES. O outro foi prejudicado pelo excesso de pontaria do policia do GOE.

Wellinton levou com uma bala com sentido humanitário que lhe acertou na cabeça, sem acertar no cérebro, na coluna ou nas artérias principais.

Pois… Mas o que ele não conseguia prever é que o médico que o assiste no Hospital de S. José em Lisboa é genro duma das reféns a médica ensonada Teresa Paiva. A prima do Soneca da Branca de Neve e dos Sete Anões.

Coitado do genro que agora deve ter o coração nas mãos.

O brasileiro só pode esperar que a sogra e o genro não se dêem bem. Mas mais vale ser tratado pelo sogro duma refém do que pelo primo do GOE

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